4. Não analisar o contexto do imóvel
Qual a vocação do imóvel, comercial ou residencial?
Qual a relevância do imóvel, a construção (benfeitoria) ou o terreno? Em muitos casos — em regiões bem valorizadas — o valor do imóvel (terreno com construção) é o valor do próprio terreno, desconsiderando a benfeitoria.
5. Ignorar a Área Equivalente
A Área Equivalente é usada em todas as áreas que não tem o mesmo padrão das áreas principais do imóvel.
Pode ser um terraço descoberto, uma edícula ou mezanino, por exemplo. Nessas áreas vai incidir um Fator de Redução, deixando essa área menos valorizada.
6. Avaliar utilizando o Método inadequado
A norma NBR 14653 aponta os Métodos de Avaliação, cada um tem sua indicação. O mais utilizado é o Método Comparativo, que pode ser feito com Homogeneização por Fatores ou Inferência Estatística. Em imóveis atípicos, onde há poucos imóveis para comparação, o Método de escolha é o Evolutivo, como as escolas, hospitais e galpões. Nesse Método soma-se o valor do terreno com o custo da benfeitoria, depreciada. Nas glebas, com potencial para um condomínio ou loteamento, a indicação é o Método Involutivo.
7. Avaliação não validada
pela norma NBR 14653
Para a avaliação ser validada, é preciso que as etapas do processo estejam regularizadas de acordo com a norma, caso contrário, será facilmente contestada.